Prazer, sou o
Dr. Lucas kobbaz

A medicina entrou na minha vida como uma mistura de vocação e responsabilidade. Meu olhar clínico se formou em meio à pandemia, quando cuidar de pessoas deixou de ser apenas um ato técnico e passou a ser, antes de tudo, uma escuta profunda sobre quem elas são, como vivem e o que realmente importa em cada etapa da vida. Ali percebi que tratar não é suficiente é preciso compreender o paciente em toda a sua história.

Depois da residência, decidi seguir para um ano adicional de Clínica Médica pela USP, onde pude consolidar meu jeito de trabalhar: com calma, precisão e coerência. Foi nesse ambiente que entendi o valor de integrar experiência prática com o rigor científico, sempre com espaço para a sensibilidade humana que cada consulta exige.

A medicina entrou na minha vida como uma mistura de vocação e responsabilidade. Meu olhar clínico se formou em meio à pandemia, quando cuidar de pessoas deixou de ser apenas um ato técnico e passou a ser, antes de tudo, uma escuta profunda sobre quem elas são, como vivem e o que realmente importa em cada etapa da vida. Ali percebi que tratar não é suficiente é preciso compreender o paciente em toda a sua história.

Depois da residência, decidi seguir para um ano adicional de Clínica Médica pela USP, onde pude consolidar meu jeito de trabalhar: com calma, precisão e coerência. Foi nesse ambiente que entendi o valor de integrar experiência prática com o rigor científico, sempre com espaço para a sensibilidade humana que cada consulta exige.

Hoje, atuo na retaguarda da Clínica Médica do Hospital Sírio-Libanês, lidando diariamente com casos de alta complexidade e decisões que exigem raciocínio rápido, leveza e clareza. Essa vivência hospitalar me permite enxergar detalhes que muitas vezes passam despercebidos, além de fortalecer meu compromisso com diagnósticos completos, seguros e responsáveis.

Cuidar é entender a pessoa por trás da doença e não apenas o que aparece nos exames.

No consultório, trago essa bagagem para um cuidado contínuo, atento e próximo. A consulta é longa porque precisa ser. Cada sintoma tem uma história, cada decisão clínica deve respeitar os valores do paciente e cada orientação deve ser realmente aplicável ao dia a dia. Gosto de criar um espaço onde o paciente se sinta acolhido e, principalmente, ouvido.

Atualmente, aprofundo meus estudos em geriatria por meio de uma pós-graduação, unindo minha experiência com adultos e idosos a uma prática cada vez mais voltada à prevenção, à funcionalidade e à qualidade de vida. Meu compromisso é seguir ao lado do paciente no consultório, no hospital, ou em casa oferecendo cuidado contínuo, ético e fundamentado.